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| SECRETARIA DE SEGURANÇA DO ERJ AUMENTA POPULAÇÃO PARA REDUZIR ÍNDICE DE HOMICÍDIOS! A Secretaria de Segurança Pública do Estado do Rio divulgou um Índice de Homicídios Dolosos de 34,6 por 100 mil habitantes em 2009. O número de homicídios divulgado foi de 5.794 no Estado. Ao se calcular que População a SSP-RJ usou para o cálculo, leva-se um susto. 5.794 dividido por 34,6 e multiplicado por 100 mil dá uma população de 16.745.664. Na verdade, a população do Estado do Rio calculada pelo IBGE é de 16.010.429 e, assim, o Índice de Homicídios Dolosos no ERJ em 2009 foi de 36,2 por 100 mil habitantes e não 34,6. Um jeito esperto de reduzir a criminalidade. * * * CRESCE A VIOLÊNCIA NO ESTADO DO RIO! TOTAL: 2008 X 2009! 1. Total de Registros: 2008: 654.745 - 2009: 669.716 ou 1,274 por minuto. 2. Pela ordem: 2008 x 2009! Homicídios: 5.717 x 5.794 \ Tentativa de Homicídio: 4.055 x 4.472 \ Lesão Corporal Dolosa: 73.474 x 79.244 \ Estupro: 1.471 x 2.338 \ Roubo ao Comércio: 4.894 x 4.944 \ Roubo a Residência: 1.493 x 1.662 \ Sequestro Clássico: 8 x 11 \ Sequestro Relâmpago: 63 x 78 \ Pessoas Desaparecidas: 5.095 x 5.425 \ Roubos: 141.175 x 138.280 \ Furtos: 168.945 x 170.245. 3. Dados Oficiais do site do Instituto de Segurança Pública. * * * FHC: DILMA NÃO É LIDER, É REFLEXO DE UM LÍDER! 1. (G1, 08) O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso questionou nesta segunda-feira (8) a capacidade de liderança da ministra Dilma Rousseff (Casa Civil), apontada como pré-candidata do PT à sucessão do presidente Lula. "Ela não é líder. É reflexo de um líder", disse, antes da inauguração da Biblioteca de São Paulo, espaço inaugurado nesta tarde pelo governador de São Paulo, José Serra (PSDB). 2. (Ex-Blog, 02/03/09) DILMA DE LULA: UMA MIRAGEM! O voto, não é oferta, mas demanda, especialmente em países como o nosso, onde a política é despartidarizada. O eleitor vai afirmando a idéia de um personagem ideal e acompanha a oferta dos partidos, que se descoincidir com a demanda do eleitor, provocará um curto-circuito. É claro que esse processo sofre descontinuidades quando um personagem frustra radicalmente as expectativas. 3. Jacques Seguelá, assessor de imagem de Mitterrand, dizia: - A cena política parece com a do teatro. Apenas parece. No teatro, quando o ator muda de personagem, continua produzindo emoções. Na política, se o faz, não produz mais emoções. Lula, após o mensalão, passou a vender Dilma, sua nova ministra, como a dama de ferro. De repente, após duas operações plásticas, uma facial e outra em seu personagem anterior, passa a levar Dilma a tiracolo tentando "sertanejizar" sua candidata. Nada mais burlesco. Nada mais equivocado. 4. Dilma pode até subir em pesquisas pré-eleitorais, mas quando entrar no jogo e o eleitor descobrir que o personagem nada tem a ver com Lula, vai sair dele. Abre-se assim espaço para que um Tercius surja e tire do palco do segundo turno a candidata de Lula. * * * CONFIRMADO AUMENTO DO IPTU DENUNCIADO PELO EX-BLOG, ONTEM! (O DIA, 09) Cerca de 30.600 proprietários de imóveis levaram um susto quando receberam o carnê do IPTU deste ano. Eles estão num grupo de 100 mil donos de casas e apartamentos que caíram numa espécie de ‘malha fina’ (arghhh!) da Secretaria Municipal da Fazenda e viraram alvo de revisão cadastral. O resultado é que o valor do imposto, em alguns casos, sofreu reajuste de quase 300%. * * * CUIDADO COM AS ENCHENTES! PROBLEMAS NO ENCONTRO DO RIO MORTO E RIO GRANDE! 1. Em Vargem Grande, o Canal de Sernambetiba recebe a água do Rio Morto e do Rio Grande. Ambos recebem água de outros rios e córregos. Quando encontram a embocadura do canal fechada para o mar, o canal transborda. Em frente ao Condomínio Mar a Mar retiraram as gigogas e prenderam com cabo de aço e cestas com garrafas pet. Em frente, um novo Condomínio, colocou manilhas que atravessam a pista e jogam no canal. Não se sabe se manilharam o canal atrás do condomínio (parece) ou é para futuro esgoto. 2. As gigogas acumuladas desde a confluência do Rio Morto e Rio Grande até a Estrada dos Bandeirantes impedem o fluxo das águas e isto ocasiona inundações nos imóveis nas margens, do outro lado da Estrada do Rio Morto e na Rua Capitão Pedro Afonso. * * * ELEIÇÕES: UM GESTO IMPENSADO MUDA UMA ELEIÇÃO! COSTA RICA COMO EXEMPLO! 1. A eleição presidencial na Costa Rica, no último domingo, caminhava para um segundo turno. A candidata vitoriosa, do presidente Árias, estabelecia um teto de 40% e, sem ultrapassá-lo, haveria segundo turno. O segundo colocado, Otto Guevara, crescia com um discurso de lei, ordem e polícia. Mas sua noiva, num gesto impensado ao comungar, cortou um pequeno pedaço da hóstia e colocou no bolso da camisa de Otto. 2. O sacerdote e Reitor da Basílica de Los Angeles (CR) avaliou: "A comunhão é o mais sagrado do que temos. Não pode ser levada como um 'souvenir'." 3. Resultado: Laura Chinchilla subiu para 46,78%. Otto Guevara baixou para 20,89% e perdeu o segundo lugar para Solis, com 25,11%. Isto na última hora da campanha eleitoral. * * * CURRÍCULO DE LAURA CHINCHILLA, PRESIDENTE ELEITA DA COSTA RICA! Idade: 50 anos. Casada. Cientista Política. De 1994 a 1996 foi vice-ministra de Segurança Pública. Em novembro de 1996 assumiu esse ministério Nas eleições de 2002, foi chefe da campanha do candidato do PLN e candidata a deputada, sendo a mais votada em San José. Foi outra vez deputada entre 2002 e 2005. Em 2005, foi eleita, com o presidente Árias, primeira vice-presidente, acumulando depois o ministério da justiça. * * * O POVO! Trechos da coluna de domingo de Mariano Grondona no La Nacion (07). 1. Juan Domingo Perón costumava dizer que "o melhor que temos é o povo". A palavra povo nasceu nos tempos da República Romana, quando foi instalado como um dos componentes essenciais da sigla SPQR, que significava Senatus Populus Que Romanus: "O Senado e o Povo Romano". Esta famosa sigla figurou no cabeçalho de todos os documentos oficiais durante os cinco séculos que durou a República, entre 509 e 27 AC, até o advento do Império Romano, que, apesar de conservá-lo formalmente, acabou com seu antigo significado republicano, desvirtuando-o em direção ao autoritarismo. 2. Mas mesmo nos tempos mais gloriosos da República, a palavra populus, "povo", podia significar duas coisas: ou "todo" o povo, todos os cidadãos sem exceção; ou a parte mais humilde do povo, seu segmento maior e “popular”. Perón, ao referir-se ao "povo", referia-se aos pobres, aos seus "descamisados", por oposição à "oligarquia" que ele enfrentava. 3. Da mesma forma, a alusão ao Senado romano vem em duas versões: em um caso quando se refere às instituições que controlavam a República, entre elas destacando-se o Senado; e no outro, quando apontava para a classe patrícia, que dominava o Senado em oposição à classe plebeia, "popular" que a questionava. Enquanto patrícios e plebeus marcharam em harmonia, a República Romana conheceu seu apogeu. 4. Quando, porém, os patrícios e os plebeus se enfrentaram, o que se seguiu foi a luta fratricida, a guerra civil, e com ela o surgimento dos senhores da guerra que a resolveriam mediante o Império, ainda que, isso sim, à custa da liberdade. Não podemos esquecer que "imperador" significava "general". Estas antigas distinções, só têm um valor histórico por estarem no passado, ou, pelo contrário, traduzidas para nosso tempo lançam uma abundante luz sobre a crise que hoje atravessa a República Argentina? (Ex-Blog: E por que não dizer: boa parte da América Latina). |
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terça-feira, 9 de fevereiro de 2010
09 de fevereiro de 2010
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