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| | GPP DIZ QUE DIFERENÇA DILMA-SERRA É DE CINCO PONTOS: 2,5 PARA CÁ, 2,5 PARA LÁ! Pesquisa com 4 mil eleitores, realizada entre 23 e 25 de outubro. 1. Dilma 46% (cresceu 4 pontos em relação ao primeiro turno em votos totais). Serra 41% (cresceu 11 pontos em relação ao primeiro turno). 2. SUL: Serra 53% e Dilma 35%. Diferença de 18 pontos. SUDESTE: empate 43% a 43%. NORDESTE: Dilma 57% a 31%. Diferença de 26 pontos. \ NO-CO: Dilma 49% e Serra 42%. Diferença de 7 pontos. 3. Na análise deste Ex-Blog, de segunda-feira, se supunha uma diferença a favor de Dilma no Nordeste de 30 pontos e um empate no NO-CO. Agregando NE-NO-CO, o resultado GPP é igual à hipótese de segunda-feira. 4. Na análise deste Ex-Blog, de segunda-feira, se supunha uma diferença a favor de Serra de 15 pontos no SUL que está sendo ultrapassada. E uma diferença maior que 10 pontos no Sudeste. Corrigindo pelos dados do SUL, há uma diferença a ser coberta de 10 pontos no Sudeste. 5. No total, Brancos e Nulos somam 13 pontos. No RJ, os brancos e nulos somam 18 pontos e em MG somam 16 pontos. Portanto, uma margem para redução. E ainda a abstenção que estará na faixa dos 20% e cuja origem é múltipla. A abstenção está contida na pesquisa. Sendo assim, serão eleitores que deixarão de votar, cuja tendência é imprevisível na faixa de 3 a 5 pontos. * * * DATAFOLHA DIZ QUE DIFERENÇA SÃO 11 PONTOS! Brasil: Dilma 49%, Serra 38% \ Sul: Serra 48%, Dilma 41% \ Sudeste: Dilma 44%, Serra 40% \ Nordeste Dilma 64%, Serra 27% \ * * * "DILMA ESTÁ NO LIMITE"! E DEPOIS, COMO SERIA?! (Coluna Fernando Barros - Folha de SP, 27) "O fato é que Dilma não inspira certeza sobre nada. É aflitivo vê-la na TV. Não apenas pelo aspecto rombudo e robótico da sua figura. A aflição de Dilma está estampada no ritmo da sua fala, ao mesmo tempo lenta e acelerada, feita de arranques e soluços, de frases decoradas mas quase sempre truncadas. Dilma passa a impressão de estar no limite das suas capacidades, a um triz de um curto-circuito." * * * TABELA DA CORRUPÇÃO NA AMÉRICA LATINA! CHILE O MELHOR, VENEZUELA O PIOR! 1. Lista dos países da América Latina, nas respectivas posições em que aparecem no relatório “Corruption Perception Index 2010″, divulgado pela Transparência Internacional. O Brasil aparece na 69ª posição no ranking mundial de percepção de corrupção, pior que quatro e melhor que nove. 2. Pela ordem. 21- Chile \ 24- Uruguai \ 33- Porto Rico \ 41- Costa Rica \ 69- Brasil e Cuba \ 73- El Salvador \ 73- Panamá \ 78- Colômbia \ 78- Peru \ 91- Guatemala \ 98- México \ 101- República Dominicana \ 105- Argentina \ 110- Bolívia \ 127- Equador \ 127- Nicaraguá \ 134- Honduras \ 146- Haiti \ 146- Paraguai \ 164- Venezuela * * * UMA SUGESTÃO DE PERGUNTA PARA AS ÚLTIMAS PESQUISAS! 1. O Datafolha e Ibope poderiam incluir uma pergunta no final de suas pesquisas nesta semana: "Que avaliação você faz do que será o futuro governo de Dilma Rousseff/José Serra?". 2. Com esta pergunta se pode cruzar com intenção de voto; se pode comparar com avaliação de Lula e checar onde Dilma tem mais ou menos a metade de Lula; se pode saber com que expectativa entra o novo(a) presidente; e se pode abrir a série de avaliação do novo(a) presidente; * * * O RISCO DE UMA PARALIZAÇÃO POLÍTICA NOS EUA! (Trechos, Paul Krugman - New York Times-La Nacion, 26) 1. A verdadeira história desta eleição, então, é a de uma política econômica que não foi eficaz. Por quê? Porque foi totalmente inadequada para a situação. Obama herdou uma economia em sérias dificuldades, mais grave, aparentemente, do que aquela que ele ou seus principais assessores econômicos advertiram. Eles sabiam que os Estados Unidos se encontravam em meio a uma grave crise financeira. 2. Mas, aparentemente, não entenderam a lição essencial da história, que é aquela que diz que as crises financeiras importantes, geralmente são seguidas por um período prolongado de desemprego elevado. Para evitar esse destino, os Estados Unidos precisavam de um programa muito mais forte do que foi feito: um modesto aumento nos gastos federais que mal deu para compensar os cortes em nível estadual e municipal. O que sabemos é que esse estímulo inadequado foi uma catástrofe política. 3. Mas os eleitores respondem aos fatos, e a percepção é que as políticas falharam. A tragédia é que se os eleitores castigarem os democratas, na realidade estarão votando para tornar as coisas ainda piores. Os ressurgentes republicanos não aprenderam nada com a crise, exceto que fazer tudo o que podem para desacreditar Obama é uma estratégia política vencedora. Os cortes de impostos e a desregulamentação seguem sendo o alfa e o ômega da sua visão econômica. E se ganharem a maioria em uma ou em ambas as casas, podemos supor que haverá uma completa paralisia política. | | |
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Pesquisa e Edição: JCM
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